São Paulo é a única cidade do mundo que você pode ver o ar que respira. Aqui não se ver estrelas, e as vezes, com muita fé em Deus, você consegue ver a lua, mesmo assim, tem o planetário mais famoso do Brasil.
O perímetro urbano de São Paulo começa em Tóquio (também chamada "Liberdade") e acaba em Genova (ou "Mooca").
Nos restaurante, TODA quarta-feira e sábado tem feijoada e toda sexta tem que ter peixe no cardápio ou é o prato do dia.
Quando se fala rodízio não é de pizza, e sim de carro. De acordo com a terminação da placa, você só pode usar seu carro na sexta-feira, entre 4h e 5h ou no Domingo de Páscoa entre 2h e 2h10m. E o melhor: os motoristas (ainda) não sabem em quais ruas o rodízio vale.
Usar o carro aqui é complicado, você gasta mais tempo no trânsito do que indo a pé para qualquer lugar. Quer ver um exemplo: a pé, da Sta Cecília até o Ibirapuera, gasta-se certa de 1h32m andando. Porém, se resolver economizar passadas e pegar um busão você gastará 1h33m e 10 segundos.
Para sair de São Paulo, você tem que pagar pelo menos 51,32 pedágios. Isso já é provado científicamente.
Sua população (os paulistanos) é pálida de tom alvo e sem essa característica, eles não se reconhecem. Eles têm aversão a praia e adoram andar na rua com muitos, muitos casacos (mesmo quando o frio não está essas coisas nem para nordestinos).
As mulheres são lindas, mas não possuem nenhum tipo de sensualidade. São as chamadas sem sal (sem pimenta, sem cebola ou qualquer tipo de condimento). Os homens, por sua vez, tem arranque. Porém, quando o negócio desanda, eles ficam a 12 km/h negativos, resumindo, são um bando de frouxos.
50% dos paulistanos é mano. Os outros 50% é mina.
Os paulistanos gostam de usar óculos escuros mesmo durante dias nublados (por cumulus nimbus ou polutios estratos), acho que deve ser para demonstrar status sociais, sabe?
Acham que a Paulista é a Fifth Avenue, porém não perceberam que a av. Paulista é igual a casamento… começa no Paraíso e termina na Consolação.
Dois acessórios não podem faltar na bolsa das mulheres: sombrinha e um casaco. Todos os homens andam de mochila, porque também precisam dos acessórios.
São os únicos brasileiros que não são espertos ou malandros. Trabalham 24 horas por dia e se envaidecem achando que isso é para sustentar os outros estados. Eles trocaram a palavra “trabalho” por “trampo”. Isso só fez que gostassem ainda mais de trabalhar. Eles “trampam” no dia 31/12 até as 23h33m e no sábado e segunda de carnaval, achando isso o máximo.
Odeiam que falem mal da sua cidade e PRINCIPALMENTE do metrô. Mas isso fica perto do metrô? Essa é a pergunta típica de um paulistano sobre algum lugar.
Adoram falar mal do nordeste, mas vão passar férias e o carnaval por lá. Todo nordestino é baiano, toda coisa tosca dita ou feita é chamado de baianagem.
Possuem torcidas que mais poderiam montar um zoológico: Os Corinthianos são gambás, os São Paulinos bambis, os Palmeirenses são Porcos e por fim, os únicos que não são mamíferos, são os Santistas, que são chamados de peixes.
É a única cidade brasileira que não existe flamenguistas. E mesmo assim, existe mais flamenguistas em São Paulo do que torcedor da Portuguesa.
Os paulistanos têm certeza que o samba nasceu na Zona Norte deles. Chamam a periferia de ZL, contra-cheque de ‘holerite”, cantada de “xaveco”, roleta de ônibus de “catraca”, sanduíche de “lanche”, totó (joguinho) de “pebolim”, viaduto de “pontilhão”, picolé de “sorvete de palito”, carteira de motorista de “carta”, semáforo de “farol” e quando algo está de cabeça para baixo, está de “ponta-cabeça”.
MAS PENSE NUMA CIDADE QUE EU GOSTO!!!!
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