quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Diálogos Insanos

- Horrível esse cheiro de peixe...

- É mesmo, e o pior quando o sushi é feito em um local fechado!!!!

- Num é isso, aqueles que ficam dentro do supermercado. A gente fica com cheiro de peixe impregnado na roupa toda, até no sutian!!!

- Pois é, você termina com um sushian!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

... e assim, começa 2011

Quando era adolescente, achava brega escrever nos cartões de final de ano “Próspero ano novo”, então mudava “próspero” para “bom”, “ótimo”, e palavras similares.
Depois que aprendi o verdadeiro significado da palavra “próspero”, nunca mais consegui uma palavra tão completa que pudesse substituir o “próspero” dos cartões.
Aprendi que quando falamos em prosperidade, englobamos todos os aspectos da vida, material e espiritual. Prosperidade não significa ter dinheiro só, significa muito mais...
Prosperidade é:
- ter saúde plena (física e mental) e não só não ficar doente;
- ter um lar, não só uma casa;
- ter uma família, unida e carinhosa, não só ter parentes;
- ser espiritualizado e vivenciar essa espiritualidade, não só ter religião;
- ter alimentos saudáveis e nutritivos, não só ter comida;
- ter uma ocupação da qual goste e sinta-se feliz em realizá-la, não só ter um trabalho;
- ter amigos fiéis e verdadeiros, não só ter colegas;
- ter alguém pra se amar, e quando estiver bem cansado... consiga ainda ter muito amor pra recomeçar!
Enfim, ser próspero é ser feliz por completo, internamente, na alma, mesmo nos dias tristes.
Por isso, quero desejar a você e todos os seus um

PRÓSPERO ANO NOVO !!!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O desejo era nítido em seu olhar… e que olhar… Quanta magia na direção do olhar… Havia um quê, um algo mais solto no ar… Igual a perfume: Volátil, efêmero, marcante e sedutor.

Os olhares gritavam feito papo de surdo e mudo. Era tanta falta de entendimento, era tão claro, era tanto conhecimento, era a sua situação. Tudo pseudamente denunciado pela linguagem corporal. Pois é, esqueceu que o corpo fala? O dele então, é quase um fofoqueiro, fala demais, até o que não queria… não é mesmo?

O corpo dela se tornou um imã para ele: “onde você estiver, meu corpo vai te seguir”

Agora justifica-se o descompromisso, mesmo quando quer se comprometer.

Devagar, ela observa a boca dele denunciar todas as mentiras... saborosas de engolir, mas difíceis de digerir… engorda o ego, mas não faz bem para a circulação…

(Passo para primeira pessoa do singular… que rima com prioridade…)

Eis o melhor (e o pior) de mim. Involuntarimente deixo você acreditar que eu acredito em todas suas mentiras… doces mentiras...

Porque observo atentamente através de um poderoso caledoscópio, aproximando aquilo que aparentemente é distante… É bom olhar de fora, melhor ainda é olhar para dentro. Vejo tudo o que desconfio, mas não me preocupo… Aliás, me preocupo (e muito) quando vejo quem não consigo me preocupar com nada que vejo.